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quarta-feira, 11 de março de 2026

Inteiro Postal VI M 1 - Coimbra - Sé Velha - Zimbório e Cruzeiro (OM 124)

 

1953 (3 Outubro) – (OM 124) Série G. Selo tipo «Caravela».

Ilustração no verso com monumentos (14), costumes (16) e paisagens (14) de diversas regiões de Portugal.

Com Indicação "Preço, incluindo franquia 2$00"

  • 150 x 105 mm
  • Impressos na Litografia Nacional
  • R. 26 Fevereiro 1966 – Emissão: 10.000 ex.
  • VI M – Desenho do pintor José Contente – Assinados: J. Contente 1946
    • Desenho e composição a preto


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Inteiro Postal Coimbra - Claustro do Silêncio (OM 125)

 


1953 (3 Outubro)— (OM 125) «Monumentos, costumes regionais e paisagens». Selo tipo «Tudo pela Nação».

1ª Série não numerada de 1937 (Janeiro), com sobretaxa $50 e sobrecarga de novo preço, ambas a preto.
  • Desenhos a lápis de José Ribeiro e João Jorge Maltieira
  • Emblema dos CTT. Com indicação Preço, incluindo franquia: $50. 140 X 90 mm, com bordos farpados. 
  • Impressos em off-set na Litografia Nacional.
  • Retirados 20 Junho 1962. Emitidos 2.389 (em média de cada).

sábado, 16 de dezembro de 2023

Bilhete Postal725 anos da Universidade de Coimbra (noticiário filatélico n.º 45/2015)

 

Design: Ana Vieira Santos
Dimensões: 15,0 cm x 10,5 cm
Verso: Dividido
Circulação: Não (novo)
Ano: 2015
Editor: CTT
Número: 5 606345 043273
Tiragem:  4000 exemplares
Despacho: 31/2015
1.º dia de circulação: 08/06/2015



sexta-feira, 30 de abril de 2021

D. Afonso II (1185 - 1223)



Afonso nasceu em Coimbra a 23 de abril de 1185 e destacou-se como Rei de Portugal entre 1211 e 1223, tendo-lhe sido atribuído o cognome “O Gordo”.

No seu reinado foram criadas as primeiras leis escritas e reunidas as cortes com representantes do clero e nobreza. Realizaram-se inquirições com vista a determinar a situação jurídica das propriedades.

O reinado de Afonso II caracterizou-se por um novo estilo de governação dedicado à consolidação da estrutura económica e social do país, O  testamento de Afonso II é considerado um dos mais antigos documentos escrito em português.

D. Afonso II faleceu a 25 de abril de 1223 em Coimbra.

  


quinta-feira, 5 de maio de 2016

D. Afonso III (1210 - 1279)



D. Afonso III nasceu em Coimbra a 5 de maio de 1210 e foi o quinto Rei de Portugal, contudo, não era para ter sido Rei de Portugal, no entanto, os conflitos de seu irmão (D. Sancho II) com Igreja fizeram com que Papa Inocêncio IV em 1246 despache a Bula Inter alia desiderabilia que depõe D. Sancho II.
No ano de 1248 para aceder ao trono, Afonso abdicou de Bolonha e repudiou Matilde para casar com Beatriz de Castela. Decidido a não cometer os mesmos erros do irmão, o novo rei prestou especial atenção à classe média de mercadores e pequenos proprietários, ouvindo suas queixas. Por este procedimento, Afonso III ficou conhecido também como o pai do "Estado Português", distribuindo alcaides pelos castelos e juízes pelas diferentes vilas e terras. O objectivo era a implantação de um poder legal com o qual todos os habitantes do Reino português mantivessem uma relação de igualdade.
Em 1249 o título de "Rei de Portugal e do Algarve", que não mais deixaria de ser utilizado pelos seus sucessores até ao fim da monarquia em Portugal.
Na cidade de Leiria em 1254 convocou a primeira reunião das Cortes, a assembleia geral do reino, com representantes de todos os espectros da sociedade. Afonso preparou legislação que restringia a possibilidade das classes altas cometerem abusos sobre a população menos favorecida e concedeu inúmeros privilégios à Igreja. Recordado como excelente administrador, Afonso III organizou a administração pública, fundou várias vilas e concedeu o privilégio de cidade através do édito de várias cartas de foral.
Em 1255, transferiu a capital do Reino de Portugal de Coimbra para Lisboa.
A 16 de fevereiro de 1276 falece em Alcobaça.

domingo, 6 de dezembro de 2015

D. Afonso Henriques (1109 - 1185)


Afonso I de Portugal (D. Afonso Henriques) nasceu em 1109 em local ainda não determinado e destacou-se na história como o fundador de Portugal.
Filho de D. Henrique de Borgonha e D. Teresa de Leão, condes de Portugal(condado vassalo do Reino de Leão).
Após a morte de seu pai tomou uma posição diferente de sua mãe, que se aliara que se aliara ao nobre galego Fernão Peres de Trava e assumiu o domínio do condado após vencer a batalha de S. Mamede em 1128.
Concentrou então os esforços em obter o reconhecimento como reino. Em 1140, depois da vitória na batalha de Ourique contra um contingente mouro, D. Afonso Henriques proclamou-se Rei de Portugal com o apoio das suas tropas.Contudo, Portugal apesar de já ter sido assinado o Tratado de Zamora (que tornou Condado Portucalense independente do Reino de Leão) só vem a ser reconhecido pelo Papa Alexandre III em 1179 vendo assim reconhecida a sua independência e efectivando-se assim o título de Reino.
D. Afonso I faleceu em Coimbra a 6 de dezembro de 1185.
Fragmento de sobrescrito com selo e carimbo comemorativo alusivo a D. Afonso Henriques




Informação do texto retirada de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_I_de_Portugal




terça-feira, 10 de novembro de 2015

Álvaro Cunhal (1913 - 2005)



Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu em Coimbra a 10 de novembro de 1913 em Coimbra (Sé Nova) e destacou-se como político e escritor. Na sua atividade foi dos mais conhecidos resistentes ao Estado Novo.
Passou a infância em Seia, de onde o pai era natural. O pai retirou-o da escola primária porque não queria que o filho «aprendesse com uma professora primária autoritária e a menina-de-cinco-olhos».
Aos onze anos, mudou-se com a família para Lisboa, onde frequentou o Liceu Camões. Daí seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde iniciou a sua actividade revolucionária.
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no PCP - Partido Comunista Português e integra a Liga dos Amigos da URSS e o Socorro Vermelho Internacional. Em 1934 é eleito representante dos estudantes no Senado da Universidade de Lisboa. Em 1935 chega a secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas. Em 1936, após uma visita à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), é cooptado para o Comité Central do PCP. Ao longo da década de 30, colaborou com vários jornais e revistas como a Seara Nova e o O Diabo, e nas publicações clandestinas do PCP, o Avante e O Militante, com vários artigos de intervenção.
Em 1940, Cunhal é escoltado pela polícia à Faculdade de Direito, onde apresenta a sua tese da licenciatura em Direito, sobre a temática do aborto e a sua despenalização, tema pouco vulgar para a época em questão. A sua tese, apesar do contexto político pouco favorável, foi classificada com dezasseis valores. Do júri fazia parte Marcello Caetano.
Devido aos seus ideais comunistas e à sua assumida e oposição à ditadura, esteve preso num total de 15 anos, 8 dos quais em completo isolamento sem nunca, incrivelmente, ter perdido a noção do tempo. Mesmo sob violenta tortura, nunca falou. Na prisão, como forma de passar o tempo, dedicou-se à pintura e à escrita. Uma das suas produções mais notáveis aquando da sua prisão, foi a tradução e ilustração da obra Rei Lear, de William Shakespeare.
Em 1962 é enviado pelo PCP para o estrangeiro, primeiro para Moscovo, depois para Paris.
Ocupou o cargo de secretário-geral do PCP, sucedendo a Bento Gonçalves, entre 1961 e 1992, tendo sido substituído por Carlos Carvalhas.
Em 1968 Álvaro Cunhal presidiu à Conferência dos Partidos Comunistas da Europa Ocidental, o que é revelador da influência que já nessa altura detinha no movimento comunista internacional. Neste encontro, mostrou-se um dos mais firmes apoiantes da invasão da então Checoslováquia pelos tanques do Pacto de Varsóvia, ocorrida nesse mesmo ano.
Entretanto, foi condecorado com a Ordem da Revolução de Outubro.
Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974.
Foi ministro sem pasta no I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992.
Em 1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP.
Além das suas funções na direcção partidária, foi romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1995.
Em 1989 Álvaro Cunhal foi à URSS para ser operado a um aneurisma da aorta, sendo recebido em Moscovo por Mikhail Gorbatchov o qual o agraciou com a Ordem de Lenine. Nos últimos anos da sua vida sofreu de glaucoma, acabando por cegar.
Faleceu em 13 de junho de 2005 e no seu funeral (15 de junho), participaram mais de 250.000 pessoas. Por sua vontade, o corpo foi cremado.