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sábado, 7 de dezembro de 2019

Albert Thomas (1878 - 1932)


Albert Thomas nasceu em Champigny-sur-Mayne (França) a 16 de junho de 1878 e destacou-se como Ministro e Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Thomas deu um forte impulso à OIT desde o início. Em alguns anos, ele criou uma instituição internacional com 400 funcionários e um prédio próprio em Genebra. Nos dois primeiros anos, foram adotadas 16 convenções internacionais do trabalho e 18 recomendações. A partir de 1920, a OIT lançou um ambicioso programa de publicações, que incluía o Boletim Oficial, a International Labour Review mensal e vários outros periódicos e jornais.
Faleceu a 07 de maio de 1932 em Paris.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (1872 - 1918)

Caros leitores,

aqui vos deixamos a imagem de um sobrescrito circulado em correio azul da Loja CTT Restauradores em Lisboa para Faro no qual foi aposto o carimbo comemorativo datado de 2018.11.14 alusivo a Sidónio Pais.

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (Caminha1 de maio de 1872 — Lisboa14 de dezembro de 1918) foi um militar e político que, entre outras funções, exerceu os cargos de Deputado, de Ministro do Fomento, de Ministro das Finanças, de Embaixador de Portugal em Berlim, de Ministro da Guerra, de Ministro dos Negócios Estrangeiros, de Presidente da Junta Revolucionária de 1917, de Presidente do Ministério e de Presidente da República Portuguesa. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral.
Enquanto Presidente da República, de forma ditatorial, sem consultar o Congresso, suspendeu e alterou por decreto algumas normas da Constituição de 1911, protagonizando a primeira grande mudança no republicanismo português — a República Nova, de cunho presidencialista — transformando-se numa das figuras mais controversas da política portuguesa do século XX. O seu assassinato, no final de 1918, gerou grande comoção popular, culminando no poema-elogio fúnebre de Fernando Pessoa que lhe deu o epíteto de Presidente-Rei.
Em 1966, os seus restos mortais foram trasladados solenemente para o Panteão Nacional, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, aquando da sua inauguração. A cerimónia ocorreu no dia 5 de dezembro e homenageou igualmente com estas honras outros ilustres portugueses. Antes disso, o seu corpo encontrava-se na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos.